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Decorreu no passado dia 2 de Dezembro de 2006, a cerimónia de inauguração da Sede da Associação de Fuzileiros.
Sita na Rua Miguel Pais, nº 25 , na cidade do Barreiro , a sede sofreu obras de beneficiação, para melhor servir todos os Fuzileiros.
À cerimónia compareceu Sua Excelência o Almirante CEMA,
Almirante
Melo Gomes, a direcção da Associação de Fuzileiros, e dezenas de Filhos da Escola e respectivas familias. |
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(fotos gentilmente cedidas pelo Fuzileiro Rogério Silva) |
cimo
O Núcleo de Fuzileiros do Porto,
realizou mais um evento para o convivio dos seus associados.
Desta feita, organizou um Paintball, com um piquenique pelo meio.
Os convivas começaram a concentrar-se junto ao Parque Biológico
de Gaia, pelas 9 horas, seguindo depois em "caravana" para Canedo,
onde decorreu todo o evento.
A este evento associaram-se vários Filhos da Escola.
Depois de chegados ao local, os participantes no paintball, ouviram as explicações
dos monitores do campo começando, de seguida, a "batalha". |
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Enquanto isso, outros Filhos da Escola
mais pacifistas, encarregaram-se de preparar a refeição
para os "guerreiros".
Por volta das 13 horas a "guerra" foi interrompida, e todos os participantes
iniciaram a parte mais importante do convivio , o piquenique. |
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Depois de saciada a fome dos "guerreiros",
a "batalha" continuou até se acabarem as munições,
e sem haver um vencedor declarado, sendo seguidamente celebradas as tréguas à volta
de uma mesa com um reconfortante lanche.
Os convivas começaram a demobilizar por volta das 18.30 h..
Aguardam-se novas iniciativas. |
| (Para ver mais fotos,
dirija-se à zona reservada) |
cimo
A
história e evolução
da guerra colonial em África (1961-1974), vista pelos comandantes
das unidades de Fuzileiros que andavam no mato, vai estar no centro
das cerimónias do próximo dia 10 de Novembro na sua
Escola, em Vale de Zebro, Coina.
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O papel de António de Spínola no emprego das unidades
de Fuzileiros na Guiné, que mudou por completo com a chegada
a Bissau (1968) do novo governador militar desse território, é um
dos aspectos que maior curiosidade suscitam nessa história. "Não
dou opinião, falo pelos comandantes" e pelos almirantes que
se viram obrigados a aceitar as regras daquele brigadeiro do Exército,
disse ao DN o comandante Luís Sanches de Baena, autor da obra
(em quatro volumes) que é lançada a 10 de Novembro.
"Há um antes e um depois" de Spínola na história dos Fuzileiros
na Guiné, sendo este segundo período traduzido pelo profundo "desalento" contido
numa carta escrita pelo então chefe do Estado-Maior da Armada, almirante
Reboredo e Silva, e que Luís Baena cita de memória: "Só me
resta registar e sofrer...."
O evento de 10 de Novembro, que deverá atrair milhares de antigos e actuais
membros daquele corpo de forças especiais, junta diversas efemérides:
o aniversário dos 45 anos da partida do primeiro destacamento para a guerra
em África, o da criação da Escola de Fuzileiros (também
em 1961) e a sua condecoração com a grã-cruz da Ordem de
Aviz - atribuída pelo Presidente da República, Cavaco Silva - ou
o Dia do Corpo de Fuzileiros.
Um momento particularmente significativo desse dia será o descerrar das
lápides com os nomes dos 74 fuzileiros mortos em combate - na parada da
escola dos Fuzos. As originais "desapareceram" a seguir ao 25 de Abril e as que
depois foram mandadas fazer estavam "no fundo do museu" dos Fuzileiros, um edifício
do tempo de D. Afonso IV recuperado nos anos 1980 e onde se faziam os biscoitos
com que se alimentavam as guarnições das naus portuguesas.
A par do desfile de cerca de 800 militares da chamada infantaria de Marinha vão
ser lançados também os volumes da obra com que Luís Baena
documenta a participação dos Fuzileiros - entre 7500 e 8000 - na
guerra colonial. Os relatórios diários dos comandantes dos destacamentos
de Fuzos - nem sempre rigorosos, segundo antigos combatentes - permitiram construir,
quase em paralelo, a história do envolvimento dos Fuzileiros nas guerras
de Angola, Moçambique e, principalmente, na Guiné.
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"Fuzileiros, factos e feitos na guerra de África 1961-1974" revela ainda
histórias desconhecidas do Corpo de Fuzileiros nesse período, como,
por exemplo, as que envolviam o transporte das lanchas de desembarque por centenas
de quilómetros de picadas até aos rios do Leste de Angola - que
não tinham água em grande parte do ano.
Segundo o comandante José Rodrigues de Castro , que ajudou Baena, o trabalho
acaba por ser o testemunho que os poucos elementos da "última geração
de Fuzileiros que esteve em África" ainda em actividade deixam aos novos
membros do corpo. "Eles só sabem andar na guerra com telemóveis,
computadores, tendas com ar condicionado. Não fazem ideia do que [a guerra
colonial] era", em termos de privações e improvisação.
As cerimónias de 10 de Novembro culminam um ano de consolidação
dos Fuzileiros como força operacional, de que é exemplo a sua presença
na missão na RD Congo. (Diário de Noticias - 25/10/2006)
cimo
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Falecimento - É com
imenso pesar que o Núcleo de Fuzileiros do Porto,
comunica a todos os Filhos da Escola , o falecimento do Sr.
Madaleno, presidente da Direcção da Associação
de Ex-Marinheiros "Briosa-Amizade".
À sua família, o Núcleo de Fuzileiros do Porto endereça
as suas mais sentidas condolências. |
cimo
Realizou-se no passado dia 1 de Julho
o 5ª Encontro Nacional de Fuzileiros, que teve como palco
a Escola de Fuzileiros.
O Núcleo de Fuzileiros do Porto, organizou uma viagem, na
qual participaram algumas dezenas de "Filhos da Escola", e
respectivas familias.
Como já é habitual o Núcleo de Fuzileiros do Porto,
primou pela sua originalidade, com os seus elementos a apresentarem-se
com uma t-shirt que não deixava indiferente quem se cruzava connosco.
Foi um dia de convivio entre várias gerações de
Fuzileiros.
Durante amanhã realizaram-se uma cerimónia de homenagem
a todos os Fuzileiros mortos ao serviço da Pátria e algumas
actividades desportivas, tendo depois havido um almoço de confraternização
no refeitório da Escola de Fuzileiros.
Seguidamente, continuou o convivio, e o visionamento do jogo dos quartos
de final do campeonato do mundo de futebol.
No final do jogo, iniciou-se a viagem de regresso ao Porto.
Fica o compromisso de, para o ano, participarmos no 6º convivio.
cimo
O Núcleo
de Fuzileiros do Porto, organizou, na sede Anexa ao Farol de
Leça, a Sardinhada de São João 2006.
A este evento compareceram dezenas de "Filhos da Escola" acompanhados
pelas respectivas familias.
Como já é apanágio nas organizações
deste Núcleo, o convivio decorreu num clima de grande festa e
camaradagem entre todos os presentes.
Nem a ameaça de mau tempo impediu que esta festa se realizasse,
não tendo a organização poupado esforços
para que não houvesse problemas caso a chuva resolvesse aparecer.
Após o almoço, os presentes reuniram-se à volta
da televisão para visionarem o jogo Portugal-Irão, tendo
vibrado com os golos da nossa Selecção.
O resto da tarde foi passado entre amenas cavaqueiras, e jogos tradicionais.
Como sempre, ficamos já à espera do próximo convivio.
cimo
O
Núcleo de Fuzileiros do porto efectuou uma visita à Fragata
Corte-Real, atracada no Porto de Leixões no ambito das
comemorações do 10 de Junho na cidade do Porto.
Os Elementos deste Núcleo foram excelentemente recebidos pela
guarnição do N.R.P. Corte-Real, tendo havido um alegre
convivio entre os elementos do Núcleo de Fuzileiros do Porto e
e os elementos da guarnição que não estavam de serviço.
Houve uma troca de presentes, tendo o Núcleo oferecido um quadro
com o nosso simbolo, e os Tripulantes da Corte-Real retribuindo com a
oferta de uma cresta com o brasão do N.R.P. Corte-Real
Ficou prometido que nas próximas vezes que esta fragata se deslocar
o Porto de Leixões se organizarão mais e melhores convivios
entre a tripulação da Corte-Real e este Núcleo de
Fuzileiros, mantendo vivos os laços de camaradagem existentes
entre todos aquele que serviram e servem a Armada Portuguesa.
cimo
No
passado dia 29 de Abril comemorou-se o 4º aniversário
do Nucleo de Fuzileiros do Porto.
A concentração teve inicio às 9.30 horas, junto
ao Estádio do Dragão, tendo a " Companhia" seguido
de metro
para a Casa da Música, onde foi efectuada uma visita.
Às 13 horas teve inicio o almoço no rstaurante Flor do Paraiso
em Vila Nova de Gaia.
Estivera presentes as seguintes Entidades:
- Exmº Sr. Capitão de Mar-e-Guerra Vargas de Matos, comandante
da Zona Maritíma do Norte,
em representação do Exmº Sr Almirante CEMA Melo e
Gomes;
- Exmº Sr. Capitão de Mar-e-Guerra Dias da Silva, comandante
da Escola de Fuzileiros,
em representaçaõ do Exmº Sr Almirante Carvalho Abreu,
Comandante do Corpo de Fuzileiros;
- Sr. César Oliveira, adjunto do Presidente da Câmara Municipal
de Vila Nova de Gaia, em representação da Edilidade;
- Dr. Ilidio Neves, Vice-Presidente da Associação de Fuzileiros;
- Sr. Magalhães Ribeiro, representante da Associação
de Operações Especiais (Rangers).
- Algumas dezenas de Filhos da Escola, de várias classes etárias
e de cursos de 1962 a 1997.
O almoço decorreu num clima de franca camaradagem, e emoção,
o que já é apanágio neste Núcleo de Fuzileiros.
A alegria e amizade vividos nesse dia, já deixam saudade.
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